
O Projeto Zás apresenta, nessa sexta-feira, dia 3 de setembro, apresenta o show "Contando e Cantando o Sertão" com Nenzinto e violeiro Elvis Carlos de Souza, que fazem parte do grupo Caminhos do Sertão, às 12:00 horas, no Teatro da Assembléia.
Contando e Cantando o Sertão - Nenzinto, apelido de José Maria Gonçalves, nasceu em Cordisburgo/MG e, juntamente com o violeiro Elvis Carlos de Souza, faz parte do grupo Caminhos do Sertão, que percorre o interior do Estado divulgando em caminhadas ecoliterárias parte da obra roseana.
No espetáculo, o contador de histórias e o violeiro narram contos e "causos" ao som da viola caipira. Entre outros temas, são abordadas a música regional dos cantos de aboio - cantos utilizados pelos trabalhadores durante o trabalho na roça -, os versos de domínio público e as cirandas, entre outros estilos, recolhidos pelo escritor em suas andanças pelo sertão mineiro. José Maria é formado em Direito e, desde o colégio, é um admirador da obra de outro, o filho ilustre de Cordisburgo, Guimarães Rosa. Além de contar estórias, faz peças teatrais e aplica oficinas de narração de histórias.
O violeiro Di Souza iniciou-se na música em 1994, quando aprendeu a tocar a viola caipira, utilizando um instrumento emprestado. Autodidata, teve como foco inicial a MPB, mas com o passar do tempo descobriu que tinha à sua disposição tema, inspiração, razão e mais do que motivos para dedicar-se à cultura local da cidade onde nasceu e foi criado.
No Zás, o contador de "causos" e o violeiro se apresentam sempre acompanhados da viola caipira e, entre um "causo" e outro, realizam trocas de figurinos no palco, dependendo do ambiente abordado em cada um dos contos de Guimarães.
O projeto Zás acontece todas as sextas, ao meio dia no Espaço Político-Cultural Gustavo Capanema , que fica na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
Contando e Cantando o Sertão - Nenzinto, apelido de José Maria Gonçalves, nasceu em Cordisburgo/MG e, juntamente com o violeiro Elvis Carlos de Souza, faz parte do grupo Caminhos do Sertão, que percorre o interior do Estado divulgando em caminhadas ecoliterárias parte da obra roseana.
No espetáculo, o contador de histórias e o violeiro narram contos e "causos" ao som da viola caipira. Entre outros temas, são abordadas a música regional dos cantos de aboio - cantos utilizados pelos trabalhadores durante o trabalho na roça -, os versos de domínio público e as cirandas, entre outros estilos, recolhidos pelo escritor em suas andanças pelo sertão mineiro. José Maria é formado em Direito e, desde o colégio, é um admirador da obra de outro, o filho ilustre de Cordisburgo, Guimarães Rosa. Além de contar estórias, faz peças teatrais e aplica oficinas de narração de histórias.
O violeiro Di Souza iniciou-se na música em 1994, quando aprendeu a tocar a viola caipira, utilizando um instrumento emprestado. Autodidata, teve como foco inicial a MPB, mas com o passar do tempo descobriu que tinha à sua disposição tema, inspiração, razão e mais do que motivos para dedicar-se à cultura local da cidade onde nasceu e foi criado.
No Zás, o contador de "causos" e o violeiro se apresentam sempre acompanhados da viola caipira e, entre um "causo" e outro, realizam trocas de figurinos no palco, dependendo do ambiente abordado em cada um dos contos de Guimarães.
O projeto Zás acontece todas as sextas, ao meio dia no Espaço Político-Cultural Gustavo Capanema , que fica na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
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